O AfroGames, criado pelo Grupo Cultural AfroReggae, é apontado como o primeiro centro de formação em games e esportes eletrônicos dentro de uma favela no mundo. Em quase cinco anos, cerca de 600 alunos se formaram, e só no começo de 2024 outros 140 se inscreveram. Há cursos de desenvolvimento e design de jogos e de modalidades como Free Fire, Valorant e EA FC.
Dois ex-alunos hoje são professores. Felipe Ribeiro começou em 2019 na programação, virou jogador profissional de League of Legends e agora dá aula de game design. Thiago Lima, morador do Timbau, se formou em desenvolvimento de jogos, ensina nas unidades da Maré e em 2023 fez a primeira viagem ao exterior, para uma conferência de desenvolvedores em San Francisco. «O AfroGames me proporcionou um horizonte de possibilidades», conta.

Para o coordenador Luca Alves, o desafio é cobrir as lacunas que muitos alunos trazem, com uma formação que vai além do jogo. O projeto quer ampliar o apoio público e privado para seguir crescendo.
Foto de capa: Cesar Diorgenes.
Com informações da assessoria de imprensa (Bia Saldanha Arêas). Fotos: divulgação.





Deixe um comentário